A prefeitura de Campos participa do Rio + 20, evento promovido pela Organização das Nações Unidas (ONU), entre os dias 13 e 22 de junho, no Rio de Janeiro, reunindo chefes de estado e regiões de mais de 100 países, com a intenção de traçar metas, estratégias e compromissos na questão do desenvolvimento sustentável no mundo. Na oportunidade, o secretário de Meio Ambiente, Wilson Cabral, participa do Encontro de Secretários de Meio Ambiente Estaduais e Municipais, da Cúpula Mundial de Chefes de Estado e Regiões Nacionais e Internacionais e do Seguimento de Alto Nível, que acontece de 18 a 22 deste mês, na Barra da Tijuca.
Para Wilson Cabral, a ocasião será de troca de experiências, aprendizado e avaliação em relação ao momento em que se vive e aos avanços do município na área sustentável. A programação do Rio + 20 conta com uma série de atividades, entre elas, palestras, debates, troca de experiências e interação dos chefes de estado e regiões com os visitantes.
- Campos já avançou muito na sustentabilidade. Não se pode falar em desenvolvimento sustentável sem falar em inclusão social e erradicação da pobreza. Avanços como o aterro sanitário de Conselheiro Josino, a Usina de Reciclagem da Codin, a demarcação das 22 lagoas e a retirada das famílias de área de risco e de preservação ambiental foram feitos para dar dignidade, meios para se ter uma vida com saneamento básico, esgoto tratado e toda a estrutura necessária para garantir a saúde da população. Hoje, 80% do esgoto no município é tratado e já é um grande avanço, mas pretendemos chegar aos 100%. Como é importante discutir essas questões de sustentabilidade, afinal, nosso patrimônio ambiental precisa ser protegido e preservado - destaca Wilson Cabral.
O Rio + 20 marca os 20 anos da Eco 92 e reúne discussões nos três eixos da questão sustentável: econômico, social e ambiental.
Fonte: www.campos.rj.gov.br
quarta-feira, 13 de junho de 2012
Estudantes terão aula de campo no Parque do Desengano
Alunos e professores do 9º ano da Escola Municipal Albertina Venâncio, em Travessão, vão participar de uma aula de campo ambiental, na região do entorno do Parque Estadual do Desengano (PED), nesta quinta-feira (14). A saída será às 7h, da escola. A visita faz parte do projeto PED Cidadania de Educação Ambiental. A Secretaria Municipal de Educação, através do Departamento de Projetos Especiais, vem apoiando o projeto, que é ministrado na rede municipal.
- As aulas acontecem quinzenalmente. São abordados assuntos, como atividades econômicas na região do PED e do seu entorno (cana de açúcar, pastagem e extração de pedras) e seus impactos ambientais, além de assentamento e reforma agrária, comunidades tradicionais, bacia hidrográfica da Lagoa de Cima e do Rio Imbé. Também são abordados temas, como a pesca e turismo predatórios, entre outros - informa a professora e coordenadora do projeto, Eleonora Aguiar.
A visita termina com uma gincana de avaliação. “O objetivo é fazer com que os alunos e professores da rede conheçam a localidade e se preocupem com a conservação do planeta”, declarou Eleonora. O projeto acontece há três anos, e conta com a contribuição de funcionários da Secretaria de Defesa Civil, para garantir a segurança dos alunos e professores.
O município de Campos possui 63% da área do Parque Estadual do Desengano, que é formada por mata atlântica, bioma exclusivamente brasileiro, rico na sua biodiversidade, contendo várias espécies exóticas, como o bagre africano, e uma grande riqueza em recursos hídricos.
- As aulas acontecem quinzenalmente. São abordados assuntos, como atividades econômicas na região do PED e do seu entorno (cana de açúcar, pastagem e extração de pedras) e seus impactos ambientais, além de assentamento e reforma agrária, comunidades tradicionais, bacia hidrográfica da Lagoa de Cima e do Rio Imbé. Também são abordados temas, como a pesca e turismo predatórios, entre outros - informa a professora e coordenadora do projeto, Eleonora Aguiar.
A visita termina com uma gincana de avaliação. “O objetivo é fazer com que os alunos e professores da rede conheçam a localidade e se preocupem com a conservação do planeta”, declarou Eleonora. O projeto acontece há três anos, e conta com a contribuição de funcionários da Secretaria de Defesa Civil, para garantir a segurança dos alunos e professores.
O município de Campos possui 63% da área do Parque Estadual do Desengano, que é formada por mata atlântica, bioma exclusivamente brasileiro, rico na sua biodiversidade, contendo várias espécies exóticas, como o bagre africano, e uma grande riqueza em recursos hídricos.
Combate ao trabalho infantil na Praça São Salvador nesta terça
A Campanha de Combate ao Trabalho Infantil, desenvolvida pela Secretaria da Família e Assistência Social, através do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos, teve início às 14h desta terça-feira (12), na Praça do Santíssimo Salvador. Durante o evento, que se estende até quinta-feira (14), acontecerá apresentação de diferentes atividades.
Apresentações de canto, danças populares, ballet, batuque, capoeira, taekwondo, teatro, contação de histórias e arte circense integram a programação do evento, que termina na quinta-feira com regatas no Cais da Lapa. Aproximadamente 600 crianças e adolescentes de diversos núcleos estarão participando desta campanha.
Dentre os 34 núcleos assistidos pelo Programa, o evento contará com participação dos núcleos de Balança Rangel, Jardim Aeroporto, Calabouço, Esplanada, Santa Cruz, Terra Prometida, Tapera, São Martinho, Parque Aurora, Lapa, Ururaí, Pernambuca, Ibitioca, Sapucaia, Lagoa de Cima, entre outros.
A campanha propõe promover a divulgação do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti) e suas possibilidades de atendimento a indivíduos e famílias, bem como a potencialização de estratégias para inclusão social.
De acordo com o coordenador do programa, Jeferson Paes, o evento prioriza o fortalecimento de vínculos familiares e comunitários e garante direitos sócio-assistenciais, contribuindo para a inserção, reinserção e permanência no sistema educacional. Com isso, possibilita a ampliação do universo informacional, artístico e cultural, bem como estimula o desenvolvimento de potencialidades, habilidades, talentos e propicia a formação cidadã dos adolescentes e crianças em situação de vulnerabilidade e risco.
O coordenador enfatiza que a intenção é mobilizar e sensibilizar as pessoas, atentando para as várias formas de trabalho infantil ainda existentes, sejam elas em lavouras, cerâmicas ou até mesmo domésticas.
Fonte: www.campos.rj.gov.br
Apresentações de canto, danças populares, ballet, batuque, capoeira, taekwondo, teatro, contação de histórias e arte circense integram a programação do evento, que termina na quinta-feira com regatas no Cais da Lapa. Aproximadamente 600 crianças e adolescentes de diversos núcleos estarão participando desta campanha.
Dentre os 34 núcleos assistidos pelo Programa, o evento contará com participação dos núcleos de Balança Rangel, Jardim Aeroporto, Calabouço, Esplanada, Santa Cruz, Terra Prometida, Tapera, São Martinho, Parque Aurora, Lapa, Ururaí, Pernambuca, Ibitioca, Sapucaia, Lagoa de Cima, entre outros.
A campanha propõe promover a divulgação do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti) e suas possibilidades de atendimento a indivíduos e famílias, bem como a potencialização de estratégias para inclusão social.
De acordo com o coordenador do programa, Jeferson Paes, o evento prioriza o fortalecimento de vínculos familiares e comunitários e garante direitos sócio-assistenciais, contribuindo para a inserção, reinserção e permanência no sistema educacional. Com isso, possibilita a ampliação do universo informacional, artístico e cultural, bem como estimula o desenvolvimento de potencialidades, habilidades, talentos e propicia a formação cidadã dos adolescentes e crianças em situação de vulnerabilidade e risco.
O coordenador enfatiza que a intenção é mobilizar e sensibilizar as pessoas, atentando para as várias formas de trabalho infantil ainda existentes, sejam elas em lavouras, cerâmicas ou até mesmo domésticas.
Fonte: www.campos.rj.gov.br
Museu vai mostrar importância econômica de Campos e região
O Museu Histórico de Campos, que estará aberto à visitação a partir do dia 29, será um espaço de informação para a sociedade e vai mostrar toda importância de Campos e região para o desenvolvimento econômico do país, principalmente, entre o final do século XVIII e início do século XX. O Museu vai funcionar no Solar Visconde de Araruama, recentemente, restaurado pela Prefeitura de Campos. Segundo o museólogo, Carlos Freitas, que está acompanhando o processo de implantação do Museu de Campos, o espaço será um local de conhecimento.
Freitas explica que o primeiro pavimento fará uma abordagem cronológica do Solar, retratando todos os momentos pelas quais o prédio histórico passou. “Além disso, teremos duas salas com exposições temporárias, como a que terá material da antiga Rede Ferroviária, e a exposição de gravuras do Museu Histórico Nacional sobre comércio de rua, um café e, ainda, um auditório para uso da comunidade”, disse.
O segundo pavimento abriga o Salão Nobre, de frente para a Praça São Salvador; a sala que retrata o início da colonização que terá também material sobre os índios goytacazes, recolhido no sítio arqueológico do Caju e tombado pelo Patrimônio Histórico, como restos de enterramento (ossos) e dois segmentos de urnas funerárias. “A outra sala será dedicada ao início da exploração econômica, retratada no Século XVIII e, depois, uma área maior dedicada ao Século XIX e à grande evolução econômica da região”.
- Teremos uma sala com a Biblioteca Municipal, inclusive com o mobiliário da época, e uma sala dedicada a Nilo Peçanha, com material doado pela família do ex-presidente campista. Além do acervo de Nilo Peçanha, os visitantes também poderão conhecer algumas peças do mobiliário do ilustre campista – informa o museólogo.
Carlos Freitas lembra que o Museu de Campos vem recebendo doações e empréstimos de diferentes instituições. “Recebemos a doação de moedas dos séculos XVIII, XIX e XX, do campista Élcio de Souza Chrisóstomo, que morou no Rio de Janeiro, onde chegou a ser procurador. São moedas, com todos os padrões monetários que passaram pelo país no Século XX. Uma valiosa doação para o Museu”, diz Freitas, lembrando que a Santa Casa de Misericórdia, uma das instituições mais antigas do país, também, emprestou parte do acervo.
A presidente da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima, Patrícia Cordeiro, informou que a prefeitura vem tentando resgatar o acervo histórico de Campos. “Através de doações e empréstimos, estamos resgatando nossa história, mas muito deste acervo histórico foi se perdendo ao longo do tempo. Nós temos informações de peças importantes para o acervo de Campos que estão nas mãos de particulares ou em outros museus e estamos tentando localizá-las”, finaliza Patrícia, lembrando que o primeiro grande desafio foi a restauração do Solar.
Fonte: www.campos.rj.gov.br
Freitas explica que o primeiro pavimento fará uma abordagem cronológica do Solar, retratando todos os momentos pelas quais o prédio histórico passou. “Além disso, teremos duas salas com exposições temporárias, como a que terá material da antiga Rede Ferroviária, e a exposição de gravuras do Museu Histórico Nacional sobre comércio de rua, um café e, ainda, um auditório para uso da comunidade”, disse.
O segundo pavimento abriga o Salão Nobre, de frente para a Praça São Salvador; a sala que retrata o início da colonização que terá também material sobre os índios goytacazes, recolhido no sítio arqueológico do Caju e tombado pelo Patrimônio Histórico, como restos de enterramento (ossos) e dois segmentos de urnas funerárias. “A outra sala será dedicada ao início da exploração econômica, retratada no Século XVIII e, depois, uma área maior dedicada ao Século XIX e à grande evolução econômica da região”.
- Teremos uma sala com a Biblioteca Municipal, inclusive com o mobiliário da época, e uma sala dedicada a Nilo Peçanha, com material doado pela família do ex-presidente campista. Além do acervo de Nilo Peçanha, os visitantes também poderão conhecer algumas peças do mobiliário do ilustre campista – informa o museólogo.
Carlos Freitas lembra que o Museu de Campos vem recebendo doações e empréstimos de diferentes instituições. “Recebemos a doação de moedas dos séculos XVIII, XIX e XX, do campista Élcio de Souza Chrisóstomo, que morou no Rio de Janeiro, onde chegou a ser procurador. São moedas, com todos os padrões monetários que passaram pelo país no Século XX. Uma valiosa doação para o Museu”, diz Freitas, lembrando que a Santa Casa de Misericórdia, uma das instituições mais antigas do país, também, emprestou parte do acervo.
A presidente da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima, Patrícia Cordeiro, informou que a prefeitura vem tentando resgatar o acervo histórico de Campos. “Através de doações e empréstimos, estamos resgatando nossa história, mas muito deste acervo histórico foi se perdendo ao longo do tempo. Nós temos informações de peças importantes para o acervo de Campos que estão nas mãos de particulares ou em outros museus e estamos tentando localizá-las”, finaliza Patrícia, lembrando que o primeiro grande desafio foi a restauração do Solar.
Fonte: www.campos.rj.gov.br
terça-feira, 5 de junho de 2012
Comunidade Escolar atuante... em Santa Maria
No dia 15 de maio, reuniram-se na Escola, Direção, Orientação Pedagógica, Professores, Funcionários, Pais e Alunos com o objetivo de discutir ações norteadoras para a construção do PPP (Projeto Político Pedagógico). Todos participaram ativamente desta primeira etapa...
Escola Castelo Branco abre Semana do Meio Ambiente
A Semana do Meio Ambiente foi aberta com muita descontração, brincadeiras e conscientização ambiental, nesta segunda-feira (4), na Escola Municipal Presidente Castelo Branco. Com o tema “Pequenas ações que fazem a diferença”, cerca de 250 crianças da Educação Infantil estiveram presentes durante o evento.
De acordo com a responsável pelo programa de educação ambiental “Viva o Meio Ambiente”, da Autopista Fluminense, em parceria com a Secretaria de Educação, implantado na escola, Josilma Gomes Moço, o trabalho de conscientização é essencial para o futuro das crianças.
- O principal objetivo deste evento é que o aluno perceba o quanto o meio ambiente precisa ser preservado. Com os ensinamentos adquiridos em sala de aula, as crianças transmitem aos amiguinhos e familiares, o que aprenderam — destacou Josilma, acrescentando que os brindes distribuídos foram confeccionados pelos próprios alunos, utilizando materiais recicláveis.
Segundo a diretora da escola, Marineide Borges, este trabalho tem que ser iniciado e incentivado desde a infância, para que as crianças se tornem adultos social e ambientalmente conscientizados.
Distribuição de mudas - Nesta terça-feira (5), das 9h às 10h30 e às 14h30, será realizada a campanha “Meio Ambiente – um compromisso com o futuro”. Os alunos do 1º ano do ensino fundamental vão distribuir aos motoristas, mudas de árvores ornamentais e frutíferas, lixeirinhas para carros e panfletos educativos, próximo à escola, em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente e o apoio da Ronda Escolar, da Guarda Municipal.
A programação termina na quarta-feira (6), com uma oficina de reciclagem de garrafas pet para a confecção de poltronas e pufs, em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente. A oficina vai acontecer nos turnos da manhã, das 8h30 às 11h; e da tarde, das 13h30 às 16h.
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